domingo, 13 de fevereiro de 2011

O que te faz feliz?



Você sabe responder verdadeiramente a essa pergunta? Tem certeza? Aliás, alguma vez você já parou para refletir sobre isso?


Nem sempre sabemos o que realmente nos faz feliz... A maioria das pessoas responderia a essa pergunta com um carro importado, uma casa luxuosa, dinheiro, homens, mulheres, glamour... Enfim, tudo de melhor que a alta classe social tem a nos oferecer. Mas será que isso, e APENAS isso, é realmente TUDO que te faz feliz? Seria você uma pessoa mais feliz sem aquela reunião simples com seus amigos no fim de semana? Sem estar com a pessoa que você ama juntinho a você assistindo um filminho na TV a cabo? Sem ouvir as reclamações da sua mãe sempre pegando no seu pé? Sem estar entediado por fazer sempre as mesmas coisas sem graça?


O que eu quero dizer é que, muitas vezes, a felicidade encontra-se nas coisas mais simples da vida, as quais nós não damos a devida atenção e por vezes julgamos não serem importantes. Essas coisas só se tornam perceptíveis quando as perdemos, quando sentimos a sua ausência. Nesse momento, percebemos onde sempre esteve a nossa verdadeira felicidade, que pode não significar nada para os outros, mas pode ser tudo para nós!


Por isso, valorize a sua vida, os seus amigos, a sua família. Saiba agradecer a Deus tudo o que você tem. E comece a perceber o que realmente te faz feliz! Pense nisso!

Perfeição... Por que eu te desejo?


“Nada, nem ninguém é perfeito...”. Vai dizer isso a um perfeccionista para ver a resposta!

Quem nesse mundo não deseja a perfeição não é mesmo? Salvo raras exceções, a maioria das pessoas vive em busca dela. O problema surge quando ela começa a atrapalhar a nossa vida... O namorado tem que ser perfeito, o casamento tem que ser perfeito, a vida tem que ser perfeita... Mas o que é a perfeição? Como sabemos quando a atingimos? Eu, particularmente, acredito que a perfeição existe, pois somos nós que a definimos. Se você parar pra pensar, a sua família pode não ser perfeita comparada à do vizinho, mas ela é perfeita para você! O seu namorado pode não ser perfeito aos olhos de sua amiga, mas ele é perfeito para você! Sua vida pode não ser perfeita para as outras pessoas, mas ela é perfeita para você! Enfim... Nós decidimos até que ponto algo é perfeito ou não para nós.

A verdade é que o conceito “perfeição = auto-suficiência”, não passa de um mito. Ninguém é auto-suficiente, todos nós precisamos de alguém, e se alguém ainda não percebeu isso, mais cedo ou mais tarde perceberá. Tudo é apenas uma questão de tempo... Então, porque ao invés de vivermos em função da perfeição, não procuramos simplesmente oferecer o melhor que temos e procurar a nossa felicidade? Somos seres humanos, e esta condição não nos permite ser perfeitos...

Afinal, se fôssemos perfeitos não erraríamos, e se não errássemos jamais aprenderíamos...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Apenas uma desilusão de amor


Ela saiu contente, colocou a face da felicidade que estava bem à sua frente.
Ela se divertia, dançava e sorria, quando percebeu que os casais começaram a se formar e ela era a única sem ter, naquele momento, um par.
Ela pegou na bolsa a face do desprezo, colocou-a e ficou de ladinho, abandonada, sem ter apreço.
Foi então que ele apareceu. Estava com a face da sedução. Mas ela pensou logo, que ele não a daria atenção.
E eis que o oposto aconteceu. Ele nela chegou e sua face estremeceu, dando lugar à felicidade, que ela triste escondeu.
Desde então, ele não parou de ligar, e nos dias seguintes, combinaram de se encontrar. Mas um belo dia, dela ele se escondeu. E ela sem entender nada, atrás dele correu.
Ele sempre fugia, ela explicação queria, e as coisas inverteram seu lugar. Então, depois de uma ligação, ele resolveu tudo explicar.
Disse que não queria, tentava, resistia, mas que não podia mais controlar. A verdade era que, com sua amiga ele queria ficar. E muito cara-de-pau, pediu pra ela nada contar.
Ela segurou, entendeu, não reclamou, mas sabia que o seu coração ele acabara de despedaçar. Só que ainda restava esperança, na sua amiga tinha confiança, e sabia que, com ele, ela não iria ficar.
Mas a amiga depois descobriu. Ele a contou, ela não se reprimiu, e na mesma noite, com ele ela saiu.
Debulhada em lágrimas, ela ficou a chorar. Confiava na amizade que a amiga acabara de quebrar. E depois daquela noite, ela resolvera mudar. Jurou não mais amar, jurou não mais sofrer, e entre uma lembrança e outra, ela fez o juramento valer.
Viu a amiga a ele maltratar. Pegando outros caras, sem ao menos disfarçar.
No seu ombro ele chorou, no seu ombro ele sofreu, e no fim das contas, foi ele quem mais perdeu. Não soube dar valor, não soube aproveitar, tinha uma ótima garota para com ele namorar.
Mas isso faz parte da vida, e ela soube aprender. Agradece a ele por ontem, tê-la feito sofrer. Hoje ela não se ilude. Hoje, não chora mais. E foi apenas graças a ele, que ela encontrou sua verdadeira paz.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Simplesmente um coração


“Era apenas mais um coração partido... Que diferença isso faria? Havia tantos como ele, espalhados mundo afora... E nem por isso os outros corações deixavam de se apaixonar. Mas ele não era um coração comum... Ele era diferente... Ele sentia atração facilmente, se iludia facilmente, acreditava facilmente, se entregava facilmente e, principalmente, amava outros corações muito facilmente. Com tudo isso, ele só poderia mesmo quebrar naturalmente...”

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Uma versão para o amor


     Certa vez, estava a conversar sobre o amor com duas amigas, dizendo-lhes que não entendia o motivo de nunca tê-lo encontrado verdadeiramente. Lamuriava as minhas desilusões amorosas, os meus amores não-correspondidos, o meu péssimo hábito em interessar-me pelos homens errados... E eis que uma delas contou-me algo mágico e fascinante sobre o amor. Disse-me que certo dia, uma garota que passara por muitas desavenças com o amor, que sofrera bastante procurando encontrá-lo, resolveu procurar um padre para conversar a respeito. Entre muitos outros esclarecimentos, ela perguntou-o o motivo pelo qual não tinha sorte no amor, porque o buscava e nunca o encontrava, porque vivia sempre só. Ele então respondeu delicadamente, que não havia nenhum problema com ela, e perguntou-a se, alguma vez, ela já havia observado as borboletas. Em seguida, ele explicou-a que o amor é como uma borboleta, ela é livre para voar e escolher o momento e o local certos para pousar. Dessa forma, sempre que tentasse pegá-la, ela voaria, cada vez para mais longe.
     Disse-lhe ainda que, em se tratando de borboletas, quando você menos espera, elas pousam em seu ombro, e que essa seria a verdadeira forma de encontrar o amor, esperando-o, pois tudo tem um tempo certo para acontecer, e quando ela menos percebesse, uma borboleta pousaria no seu ombro...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Histórias de apê 4: O Trote

A vítima desta história sou eu (infelizmente, rs), ela ocorreu no meu 3º apê, depois da recente formação de turma.
Estávamos à procura de mais uma menina para dividir apê conosco, e então, como de costume, colocamos avisos no mural da Universidade. Depois de receber duas ligações de meninas interessadas, certo dia uma terceira garota liga, e estranhamente quando escuta minha voz, desliga. Segundos depois liga novamente, mas desta vez era um rapaz que falava. Não entendi nada... Acho que ele percebeu e rapidamente foi dizendo que era porque a namorada estava nervosa e ele ia resolver por ela. (E eu pensando: nervosa para falar sobre apê? Eu hein...), mas tudo bem...
Conversamos normalmente e de repente o menino começa a fazer perguntas que davam a entender que o apê seria uma espécie de “cabaré”, aí comecei a me zangar... Logo ele mudou de assunto e começou a elogiar minha voz, dizer que quando a namorada estivesse morando com a gente ele iria visitar ela e a deixaria dormindo pra gente “se agarrar”, enfim, deu em cima de mim descaradamente com a “suposta” namorada do lado. Aí não prestou... Fiquei abismada com a cara de pau do garoto e me saí... No momento da conversa, uma amiga estava comigo, e comentei com ela tudo direitinho, foi quando apareceu um dos meninos no exato momento da conversa, e depois outro, e depois as meninas... Todo mundo interessado em saber do “babado” na mesma hora (que coincidência não?), e eu de boba contando... Foi somente uns três dias depois que o “trotante” me zuou de forma que percebi que era um trote...
Ninguém merece! Apenas eu e a menina não sabíamos, o restante estava todo dentro do quarto me passando o trote... E eu inocente... Aff! Rs.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Histórias de apê 2: Paparazzi no banheiro


Essa história aconteceu no meu 3º apê, no auge da turma da bagunça. Acredite... Morar com adolescente no início dessa fase é o fim! Rs.
Acabávamos de renovar a turma recebendo mais um integrante (por sinal de 13 anos) que, a princípio, era muito tímido, mas depois... Humhum... Ele e a vítima (também de 13 anos) eram da mesma cidade, e não se falavam (mundo pequeno hein...), o que ajudou no “pequeno” trote.
O quarto deles era uma suíte, onde o banheiro possui uma vidraça acima da porta, e em frente, uma bancada com um grande espelho. Baseado em boatos de que a vítima fazia suas necessidades como Raul Seixas (agachado no vaso sanitário, segundo informações) - negócio esquisito neah! - o terroristazinho, com a ajuda de um comparsa, aproveitou o momento em que a vítima entrou no banheiro, subiu em uma mesinha e começou a fotografá-lo pela vidraça. Assim que percebeu o paparazzi ali presente, a vítima levantou-se e correu para pegá-lo, esquecendo o seu reflexo no espelho, que tornou-se seu “calcanhar de Aquiles”.
Depois de muita discussão pelo fim da privacidade, e tentativas de suborno, não houve acordo e a tal foto acabou sendo divulgada, chegando até a cidade de ambos e fazendo o maior sucesso como “bundinha branca”, você já imagina o porquê neah! Tadinho do menino... Mas que foi engraçado foi!
Por isso fica a advertência: cuidado com esses adolescentes, eles são capazes de tudo! rs.

Lágrima...




“Secreção aquosa, levemente alcalina, de glândula lacrimal, que serve para umidificar a conjuntiva”.

   Esse é o significado para a palavra lágrima segundo o dicionário Aurélio, mas, quem a conhece bem, sabe que ela tem outras definições...
   É uma forma de expressão quando os sentimentos se tornam extremos, a ponto de não conseguirmos contê-los.
Pode ser a expressão de uma grande felicidade, de uma dor indescritível, de uma tristeza, de uma decepção, de um excesso de raiva, de uma lembrança, de uma vitória... Enfim... São elas que estão presentes, sendo bem vindas ou não, nos momentos mais marcantes da nossa vida.
   Busque em sua memória alguns dos momentos que foram mais importantes e emocionantes para você, e verá que lá estará ela, a lágrima, presente em seus olhos, lhe ajudando a expor aquilo que você não consegue, por muitas vezes, descrever com palavras.
   Nem sempre as pessoas gostam de demonstrá-las, muitas vezes por receio, algumas por vergonha, outras por orgulho, mas todas as utilizam de alguma forma, em alguma ocasião.
   Não se intimide com suas lágrimas, elas purificam a sua alma e demonstram o seu lado ser humano. Deixe que elas falem por você quando as palavras não forem suficientes.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Diga “EU TE AMO” em 10 línguas:


Inglês: I Love you;
Russo: Ya tebya liubliu;
Espanhol: Te quiero;
Francês: Jê t’aime;
Italiano: Ti amo;
Grego: S’agapw;
Chinês: Wo ai li;
Alemão: Ich liebe dich;
Japonês: Anata wa.



domingo, 9 de janeiro de 2011

Quando eu percebi que me amava...




             … foi que comecei a me dar valor, a não me humilhar, a me respeitar, a zelar pelo meu bem estar, a me aceitar como sou...
             Passei a me olhar bem de perto e a enxergar no espelho uma pessoa muito especial, que há muito eu não via, porque estava escondida em baixo de um manto de medo... medo da rejeição, da solidão, do esquecimento...
            Nos primeiros cinco minutos não reconheci essa imagem, e conforme analisava, menos entendia como havia me transformado tanto, e neste momento, percebi que tudo o que temia eu havia colocado contra mim: me rejeitei, me escondi, me esqueci... e o que fazer para modificar essa imagem? Valorizar-me! Era tudo o que eu precisava!
            Mudei meus conceitos, minhas concepções, meu modo de encarar a vida... Reavaliei minhas atitudes, amizades, meu modo de ser... Resgatei a menina que antes eu costumava ser, aquela que tinha personalidade e estilo próprio de viver a vida, que não olhava trás, que não se arrependia de ter feito, que sorria das menores besteiras, que era feliz...
            Enfim, quando percebi que me amava, e que não mais poderia viver sem mim, passei a enxergar a vida com um novo olhar, com os olhos de quem, pela primeira vez, encontrou o seu eu...

sábado, 8 de janeiro de 2011

Histórias de apê 1: Como Pitter Parker

Essa foi uma das mais cômicas histórias, e aconteceu no meu 2º apê. Esse apartamento fica na avenida, tem apenas dois andares (morávamos no 2º), na frente há uma sacada grande dividida pela parede do banheiro que ocupa a lateral e tem uma pequena janela de vitrô. Ao redor, não há outros prédios próximos, apenas casas.
Tudo teve início com a visita de um amigo dos meninos, que viera passar uns dias conosco. Uma bela noite, todos haviam saído de casa e o apê encontrava-se vazio, quando o suposto amigo aparece por lá. Problema: O prédio só possui uma campainha na porta de entrada, e têm um portão à chave embaixo, estando fechado só entra com chave; por localizar-se na avenida e ser bem grande, é praticamente impossível ouvir gritos de fora. Porém, o indivíduo não sabia, e depois de inúmeras tentativas gritando, baixou o homem aranha, e ele teve a triste idéia de escalar o prédio. Isso mesmo! E foi em frente, sabe-se lá como!
No 1º andar não faço idéia de como conseguiu, mas subiu. Estando nele, pensou apoiar-se na janela do banheiro do vizinho (aquela que citei acima), mas não esperava que um dos moradores estivesse usando o banheiro naquele exato momento (que situação!) e ficaram os dois por alguns segundos encarando-se: o pobre do vizinho assustado por pensar ser um ladrão e por estar sendo visto naquelas condições, e ele assustado por estar vendo aquela cena que, cá para nós, não deve ter sido das melhores né!
Depois daí você já pode imaginar a confusão e a zueira que a gente fez com eles... rs. Foi muito hilário... E o melhor de tudo foi quando ambos se encontraram frente a frente, pense em duas criaturas sem graça! Rs. Coisas que só acontecem no meu apê... rs.

Histórias de apartamento - Introdução

        Há quatro anos eu estudo em uma cidade vizinha e divido apartamento com uma galera “trilouca”, para não dizer que são pirados... E no decorrer desses anos, já morei em quatro apês com galeras diferentes e histórias diferentes... E como sempre digo, todo mundo que passa por eles deixa algo para contarmos, ou seja, deixa sua marca registrada na nossa república.
Os apês por onde passei eram sempre muito animados sabe, galera jovem que adora uma zueira, onde tudo vira diversão, e apesar das discussões, a gente sempre se divertia muito... Acredite, já aconteceram coisas bem piradas, do tipo que nem eu mesma que morava lá conseguia acreditar, eram típicas cenas de novela... Se esses prédios falassem, ia render muito babado... rs.
Vou dividir as histórias em tópicos seqüenciais (histórias de apê 1, histórias de apê 2...) para contar a vocês algumas das que já aconteceram, e as novas que forem surgindo... Espero que gostem!

Acompanhem... Algumas delas são muito massa!
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