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domingo, 3 de abril de 2011

Nos momentos difíceis...


Escrevi este post especialmente para aquelas pessoas que estão passando por momentos difíceis, por sofrimento, por grandes perdas...
Assim como estas pessoas, eu já perdi entes queridos, e sua ausência será sentida eternamente... Nada, nem ninguém podem substituir as pessoas que amamos... Sempre as amamos de formas diferentes, especiais... Afinal, cada pessoa é única, e todas elas, de alguma forma, deixam marcas na nossa vida.
Não se deixe abalar pela tristeza de hoje, pois quem realmente te ama não te quer ver sofrer... Sinta saudade, mas não pense nesta pessoa com lágrimas nos olhos, mas com amor no coração. Imagine que ela está fazendo uma longa viagem, e que um dia, quando DEUS permitir, você a encontrará novamente...
A vontade de Deus não deve ser questionada, devemos aceitá-la e entender que Ele sempre sabe o que faz, afinal, todos nós partiremos um dia. Então, porque não tentar apagar da memória os momentos de tristeza e lembrarmo-nos apenas dos bons momentos vividos, aqueles em que a felicidade predominava, em que não existiam lágrimas, em que éramos felizes com a pessoa querida...
Nos momentos de angústia, lembre-se sempre: “Nunca perdemos alguém enquanto esta pessoa permanecer viva em nosso coração...”

Saudades Eternas...

sábado, 12 de março de 2011

Uma reflexão sobre a morte


Depois de assistir ao filme “Antes de partir” (eu recomendo), comecei a pensar em uma hipótese sugerida no mesmo: “Se você pudesse descobrir quanto tempo te resta de vida, gostaria de saber ou não?”. Rapidamente respondi um não sem titubear, que, segundo uma pesquisa apontada no filme, é a resposta presente entre a maioria das pessoas, porém, um amigo discordara dizendo que sim, que gostaria de poder saber quanto tempo lhe restaria de vida... Então lhe perguntei o porquê, se seria para poder aproveitar melhor, e ele concordara. Passei a analisar a situação por este ângulo, quando me veio então uma reflexão à mente: “Será mesmo que eu conseguiria aproveitar ao máximo os meus últimos dias, sabendo que seriam eles os ÚLTIMOS? Será que eu teria tanta coragem para tratar esta situação com tamanha naturalidade? Será que eu conseguiria contar para alguém o que estava acontecendo a mim? São tantas dúvidas... Todavia, analisando a outra face, estas dúvidas deveriam ser inexistentes, afinal, sabendo ou não, os nossos dias são contados! Não sabemos ao certo quando chegará o nosso fim, mas sabemos que ele existe, e nem por isso nos abatemos e deixamos de fazer planos para o futuro não é verdade?! 
Acho que a pergunta tornar-se-ia ainda mais difícil se fosse: “Se você pudesse descobrir quanto tempo de vida resta a alguém que você ama, gostaria de saber ou não?”. Assim estaríamos em uma complicada encruzilhada de sentimentos: Ao descobrir, você teria que lidar com o seu próprio sofrimento de antecipação pela provável perda, ao não aceitar descobrir, você sentiria revolta por não poder ter aproveitados bons momentos com a pessoa...
Complicado não é? O que você me diz? Gostaria de saber o dia final de quem você ama, ou o seu?
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