“Era apenas mais um coração partido... Que diferença isso faria? Havia tantos como ele, espalhados mundo afora... E nem por isso os outros corações deixavam de se apaixonar. Mas ele não era um coração comum... Ele era diferente... Ele sentia atração facilmente, se iludia facilmente, acreditava facilmente, se entregava facilmente e, principalmente, amava outros corações muito facilmente. Com tudo isso, ele só poderia mesmo quebrar naturalmente...”
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Uma versão para o amor
Certa vez, estava a conversar sobre o amor com duas amigas, dizendo-lhes que não entendia o motivo de nunca tê-lo encontrado verdadeiramente. Lamuriava as minhas desilusões amorosas, os meus amores não-correspondidos, o meu péssimo hábito em interessar-me pelos homens errados... E eis que uma delas contou-me algo mágico e fascinante sobre o amor. Disse-me que certo dia, uma garota que passara por muitas desavenças com o amor, que sofrera bastante procurando encontrá-lo, resolveu procurar um padre para conversar a respeito. Entre muitos outros esclarecimentos, ela perguntou-o o motivo pelo qual não tinha sorte no amor, porque o buscava e nunca o encontrava, porque vivia sempre só. Ele então respondeu delicadamente, que não havia nenhum problema com ela, e perguntou-a se, alguma vez, ela já havia observado as borboletas. Em seguida, ele explicou-a que o amor é como uma borboleta, ela é livre para voar e escolher o momento e o local certos para pousar. Dessa forma, sempre que tentasse pegá-la, ela voaria, cada vez para mais longe.
Disse-lhe ainda que, em se tratando de borboletas, quando você menos espera, elas pousam em seu ombro, e que essa seria a verdadeira forma de encontrar o amor, esperando-o, pois tudo tem um tempo certo para acontecer, e quando ela menos percebesse, uma borboleta pousaria no seu ombro...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Histórias de apê 4: O Trote
A vítima desta história sou eu (infelizmente, rs), ela ocorreu no meu 3º apê, depois da recente formação de turma.
Estávamos à procura de mais uma menina para dividir apê conosco, e então, como de costume, colocamos avisos no mural da Universidade. Depois de receber duas ligações de meninas interessadas, certo dia uma terceira garota liga, e estranhamente quando escuta minha voz, desliga. Segundos depois liga novamente, mas desta vez era um rapaz que falava. Não entendi nada... Acho que ele percebeu e rapidamente foi dizendo que era porque a namorada estava nervosa e ele ia resolver por ela. (E eu pensando: nervosa para falar sobre apê? Eu hein...), mas tudo bem...
Conversamos normalmente e de repente o menino começa a fazer perguntas que davam a entender que o apê seria uma espécie de “cabaré”, aí comecei a me zangar... Logo ele mudou de assunto e começou a elogiar minha voz, dizer que quando a namorada estivesse morando com a gente ele iria visitar ela e a deixaria dormindo pra gente “se agarrar”, enfim, deu em cima de mim descaradamente com a “suposta” namorada do lado. Aí não prestou... Fiquei abismada com a cara de pau do garoto e me saí... No momento da conversa, uma amiga estava comigo, e comentei com ela tudo direitinho, foi quando apareceu um dos meninos no exato momento da conversa, e depois outro, e depois as meninas... Todo mundo interessado em saber do “babado” na mesma hora (que coincidência não?), e eu de boba contando... Foi somente uns três dias depois que o “trotante” me zuou de forma que percebi que era um trote...
Ninguém merece! Apenas eu e a menina não sabíamos, o restante estava todo dentro do quarto me passando o trote... E eu inocente... Aff! Rs.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Histórias de apê 2: Paparazzi no banheiro
Essa história aconteceu no meu 3º apê, no auge da turma da bagunça. Acredite... Morar com adolescente no início dessa fase é o fim! Rs.
Acabávamos de renovar a turma recebendo mais um integrante (por sinal de 13 anos) que, a princípio, era muito tímido, mas depois... Humhum... Ele e a vítima (também de 13 anos) eram da mesma cidade, e não se falavam (mundo pequeno hein...), o que ajudou no “pequeno” trote.
O quarto deles era uma suíte, onde o banheiro possui uma vidraça acima da porta, e em frente, uma bancada com um grande espelho. Baseado em boatos de que a vítima fazia suas necessidades como Raul Seixas (agachado no vaso sanitário, segundo informações) - negócio esquisito neah! - o terroristazinho, com a ajuda de um comparsa, aproveitou o momento em que a vítima entrou no banheiro, subiu em uma mesinha e começou a fotografá-lo pela vidraça. Assim que percebeu o paparazzi ali presente, a vítima levantou-se e correu para pegá-lo, esquecendo o seu reflexo no espelho, que tornou-se seu “calcanhar de Aquiles”.
Depois de muita discussão pelo fim da privacidade, e tentativas de suborno, não houve acordo e a tal foto acabou sendo divulgada, chegando até a cidade de ambos e fazendo o maior sucesso como “bundinha branca”, você já imagina o porquê neah! Tadinho do menino... Mas que foi engraçado foi!
Por isso fica a advertência: cuidado com esses adolescentes, eles são capazes de tudo! rs.

Lágrima...
“Secreção aquosa, levemente alcalina, de glândula lacrimal, que serve para umidificar a conjuntiva”.
Esse é o significado para a palavra lágrima segundo o dicionário Aurélio, mas, quem a conhece bem, sabe que ela tem outras definições...
É uma forma de expressão quando os sentimentos se tornam extremos, a ponto de não conseguirmos contê-los.
Pode ser a expressão de uma grande felicidade, de uma dor indescritível, de uma tristeza, de uma decepção, de um excesso de raiva, de uma lembrança, de uma vitória... Enfim... São elas que estão presentes, sendo bem vindas ou não, nos momentos mais marcantes da nossa vida.
Busque em sua memória alguns dos momentos que foram mais importantes e emocionantes para você, e verá que lá estará ela, a lágrima, presente em seus olhos, lhe ajudando a expor aquilo que você não consegue, por muitas vezes, descrever com palavras.
Nem sempre as pessoas gostam de demonstrá-las, muitas vezes por receio, algumas por vergonha, outras por orgulho, mas todas as utilizam de alguma forma, em alguma ocasião.
Não se intimide com suas lágrimas, elas purificam a sua alma e demonstram o seu lado ser humano. Deixe que elas falem por você quando as palavras não forem suficientes.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Diga “EU TE AMO” em 10 línguas:
Inglês: I Love you;
Russo: Ya tebya liubliu;
Espanhol: Te quiero;
Francês: Jê t’aime;
Italiano: Ti amo;
Grego: S’agapw;
Chinês: Wo ai li;
Alemão: Ich liebe dich;
Japonês: Anata wa.

domingo, 9 de janeiro de 2011
Quando eu percebi que me amava...
Passei a me olhar bem de perto e a enxergar no espelho uma pessoa muito especial, que há muito eu não via, porque estava escondida em baixo de um manto de medo... medo da rejeição, da solidão, do esquecimento...
Nos primeiros cinco minutos não reconheci essa imagem, e conforme analisava, menos entendia como havia me transformado tanto, e neste momento, percebi que tudo o que temia eu havia colocado contra mim: me rejeitei, me escondi, me esqueci... e o que fazer para modificar essa imagem? Valorizar-me! Era tudo o que eu precisava!
Mudei meus conceitos, minhas concepções, meu modo de encarar a vida... Reavaliei minhas atitudes, amizades, meu modo de ser... Resgatei a menina que antes eu costumava ser, aquela que tinha personalidade e estilo próprio de viver a vida, que não olhava trás, que não se arrependia de ter feito, que sorria das menores besteiras, que era feliz...
Enfim, quando percebi que me amava, e que não mais poderia viver sem mim, passei a enxergar a vida com um novo olhar, com os olhos de quem, pela primeira vez, encontrou o seu eu...

sábado, 8 de janeiro de 2011
Histórias de apê 1: Como Pitter Parker
Essa foi uma das mais cômicas histórias, e aconteceu no meu 2º apê. Esse apartamento fica na avenida, tem apenas dois andares (morávamos no 2º), na frente há uma sacada grande dividida pela parede do banheiro que ocupa a lateral e tem uma pequena janela de vitrô. Ao redor, não há outros prédios próximos, apenas casas.
Tudo teve início com a visita de um amigo dos meninos, que viera passar uns dias conosco. Uma bela noite, todos haviam saído de casa e o apê encontrava-se vazio, quando o suposto amigo aparece por lá. Problema: O prédio só possui uma campainha na porta de entrada, e têm um portão à chave embaixo, estando fechado só entra com chave; por localizar-se na avenida e ser bem grande, é praticamente impossível ouvir gritos de fora. Porém, o indivíduo não sabia, e depois de inúmeras tentativas gritando, baixou o homem aranha, e ele teve a triste idéia de escalar o prédio. Isso mesmo! E foi em frente, sabe-se lá como!
No 1º andar não faço idéia de como conseguiu, mas subiu. Estando nele, pensou apoiar-se na janela do banheiro do vizinho (aquela que citei acima), mas não esperava que um dos moradores estivesse usando o banheiro naquele exato momento (que situação!) e ficaram os dois por alguns segundos encarando-se: o pobre do vizinho assustado por pensar ser um ladrão e por estar sendo visto naquelas condições, e ele assustado por estar vendo aquela cena que, cá para nós, não deve ter sido das melhores né!
Depois daí você já pode imaginar a confusão e a zueira que a gente fez com eles... rs. Foi muito hilário... E o melhor de tudo foi quando ambos se encontraram frente a frente, pense em duas criaturas sem graça! Rs. Coisas que só acontecem no meu apê... rs.

Histórias de apartamento - Introdução
Há quatro anos eu estudo em uma cidade vizinha e divido apartamento com uma galera “trilouca”, para não dizer que são pirados... E no decorrer desses anos, já morei em quatro apês com galeras diferentes e histórias diferentes... E como sempre digo, todo mundo que passa por eles deixa algo para contarmos, ou seja, deixa sua marca registrada na nossa república.Os apês por onde passei eram sempre muito animados sabe, galera jovem que adora uma zueira, onde tudo vira diversão, e apesar das discussões, a gente sempre se divertia muito... Acredite, já aconteceram coisas bem piradas, do tipo que nem eu mesma que morava lá conseguia acreditar, eram típicas cenas de novela... Se esses prédios falassem, ia render muito babado... rs.
Vou dividir as histórias em tópicos seqüenciais (histórias de apê 1, histórias de apê 2...) para contar a vocês algumas das que já aconteceram, e as novas que forem surgindo... Espero que gostem!
Acompanhem... Algumas delas são muito massa!

As noites e os sonhos...
Você, com certeza, já teve belas noites de sono, do tipo que, ao acordar pela manhã, o dia estava perfeitamente maravilhoso e a felicidade reluzia por onde você passava... Mas, talvez não tenha sido somente a bela noite de sono que você teve, mas os belos sonhos que você sonhou na noite anterior...
Às vezes sonhamos durante a noite, e a impressão que temos é de que tudo parecia tão real, que às vezes chegamos a confundir o sonho com um dejavú. É uma sensação tão estranha não é mesmo? Mas quando esse sonho diz respeito a algo que queremos muito, ah, é maravilhoso! A única vontade nesse momento é não acordar tão cedo para poder continuar sonhando...
O problema é que nessas situações, é sempre provável alguém ou algo te despertarem, e então, voltamos à triste realidade... Mas, com certeza, em algum desses momentos, você voltou a dormir só para ver se conseguia continuar o sonho não é mesmo? É natural essa tentativa, vai que funciona neah! Afinal, não é todo dia que você sonha algo tão bom...
Para nós, humanos, fica somente a dúvida: O que será que significam os sonhos? Serão avisos, dicas, sinais, ou apenas a concretização imaginária de nossos desejos? Seja como for, eles sempre deveriam ser bons, talvez assim o dia se tornasse menos estressante...

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Os dois arquivos

No interior do seu coração, há dois arquivos importantes para a vida caminhar bem. O primeiro é chamado de “arquivo morto”, e nele você guarda as lembranças tristes como mágoas, culpas, fracassos e decepções. O segundo é chamado “arquivo vivo”, destinado a guardar as lembranças alegres da sua vida, amizades, amores, vitórias, sonhos realizados, momentos felizes...
É fundamental que você saiba usá-los bem. O arquivo morto, você deve consultá-lo apenas quando quiser aprender algo com as experiências guardadas. Já o arquivo vivo, você deve abrí-lo diariamente.
Quem cultiva o que de negativo lhe ocorreu, permanece na frequência vibratória negativa, e assim não há milagre que faça a vida dar certo. Não se sinta vítima do destino, porque, de alguma forma, você plasmou a vida de agora com seu modo de sentir, pensar e agir.
Por acaso você é capaz de dizer que se sente bem ao se recordar de um fato que lhe causou dor? Se você respondeu que não, então, por que insiste no mal se o mal lhe faz tão mal?
Acesse com frequência seu arquivo vivo. Deixe que sua mente se inunde de boas lembranças, que você sinta mais uma vez todas as sensações maravilhosas que passaram em sua jornada. Faça isso várias vezes ao dia, sobretudo quando a negatividade começar a se aproximar.
Quanto mais você se impregnar de emoções positivas, mais sensações boas vai ter, a alegria vai brotar no seu coração, e a lei da atração funcionará trazendo para seu caminho coisas boas.
Lembre-se: O bem que se cultiva é o bem que se multiplica.
José Carlos de Lucca*

As Fases da vida

Já reparou que nossa vida se divide em fases que vão e voltam constantemente? Não me refiro à fases cronológicas, mas sim àquelas momentâneas, que circundam nossa vida.
Existem épocas na vida em que tudo ocorre bem, tudo dá certo, tudo flui positivamente... Almejamos tudo aquilo que planejamos, concretizamos todos os nossos projetos com sucesso, superamos todas as dificuldades... e então, de uma hora para outra, a vida parece dar uma reviravolta e tudo começa a dar errado... Quem nunca passou por um situação assim? É como se houvesse uma órbita de azar na qual você mergulhara, e a sensação que temos é que cada dia ela aumenta, como se tudo o que você resolvesse fazer, passasse a dar errado.
A impressão que fica é que as proporções crescem cada vez mais, e que, quando você resolve abrir a boca para dizer que não pode piorar, sempre piora...
Mas assim como começam esses momentos difíceis, eles também terminam, podem demorar alguns dias, semanas, meses... mas acredite sempre que eles são um teste, que são parte da experiência que é a nossa vida, e que são nesses momentos de dificuldade que encontramos força para superar os desafios e aprendemos com eles grandes lições, das quais nunca nos esqueceremos...
A vida não seria encarada da mesma forma se tudo fossem flores... São com as dificuldades que aprendemos o verdadeiro valor das coisas... Portanto, quando vivenciar uma fase ruim, tenha paciência, fé e acredite que logo essa maré ruim passará e você terá seus dias de felicidade e sorte de volta...

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